passaram-se oito horas mais cedo quando eu vi ela chegando na estação,
eu estava com meus braços apoiados no banco vendo meu medo vencer,
a solidão.
domingo, 19 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
sábado, 11 de dezembro de 2010
ela já não é mais a mesma
olhar ela já não é belo
por entre os ventos ela foi,
segurando em suas mãos
a minha morte
primeiro de uma gaivota
depois minhas mãos pequenas
eu segui adiante e vi o que estava preso nos meus olhos
eu passei por escolhas e vi vias de becos apagados na luz da manhã
só pra saber por dentro como deve morrer um amor,
e foi isso q ficou em mim,
um amor oculto.
olhar ela já não é belo
por entre os ventos ela foi,
segurando em suas mãos
a minha morte
primeiro de uma gaivota
depois minhas mãos pequenas
eu segui adiante e vi o que estava preso nos meus olhos
eu passei por escolhas e vi vias de becos apagados na luz da manhã
só pra saber por dentro como deve morrer um amor,
e foi isso q ficou em mim,
um amor oculto.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
ao nascer lindas borboletas com hálito de café,
na praça castro Alves, acordávamos cheios de remelas,
ah! aquelas remelas..
Nas mãos a esperança de nunca ter linhas brancas
sorrindo enfrente a janela antiga do quarto verde
com o ferro marrom da estação do trem azul-
enganando os metais, de um átomo inútil
implacável na frieza, dissimulando alegria
comendo frutas secas num capricho de casal
nas caminhada incessantes pela cidade ia na delicadeza do seus passos
por entre jardins e parques, encostados a sombra gelada
que fazia sua alma
...
havia eu, um amor, uma neurose e toda tonalidade do azul.
na praça castro Alves, acordávamos cheios de remelas,
ah! aquelas remelas..
Nas mãos a esperança de nunca ter linhas brancas
sorrindo enfrente a janela antiga do quarto verde
com o ferro marrom da estação do trem azul-
enganando os metais, de um átomo inútil
implacável na frieza, dissimulando alegria
comendo frutas secas num capricho de casal
nas caminhada incessantes pela cidade ia na delicadeza do seus passos
por entre jardins e parques, encostados a sombra gelada
que fazia sua alma
...
havia eu, um amor, uma neurose e toda tonalidade do azul.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
pela noite, procurei e não encontrei,
procurei o amor do meu coração e não encontrei
segui o sabor do vento pelo campo e não encontrei,
ela não sabe que eu a amo,
mas o homem nasce para o amor
eu só quero repousar sobre seus seios
beija-la com os beijos de sua boca!
arrasta-la sobre o meu corpo sem sair do chão
,
M.A.
procurei o amor do meu coração e não encontrei
segui o sabor do vento pelo campo e não encontrei,
ela não sabe que eu a amo,
mas o homem nasce para o amor
eu só quero repousar sobre seus seios
beija-la com os beijos de sua boca!
arrasta-la sobre o meu corpo sem sair do chão
,
M.A.
domingo, 5 de setembro de 2010
volto a sorrir com as flores, eu e meu pai
meu corpo está alegre e sadio
junto ao jardim,
sobre as paixões?
nunca tive no passado
sinto falta de um beijo delicioso
nesses dias que sou eu.
volto a sentar com meu pai
meu copo está cheio e firme,
sem ninguém para me segurar
participo da minha alegria
festejando com o sol,
a vida só é vida
quando estamos
juntos,
para-eternidade.
meu corpo está alegre e sadio
junto ao jardim,
sobre as paixões?
nunca tive no passado
sinto falta de um beijo delicioso
nesses dias que sou eu.
volto a sentar com meu pai
meu copo está cheio e firme,
sem ninguém para me segurar
participo da minha alegria
festejando com o sol,
a vida só é vida
quando estamos
juntos,
para-eternidade.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
do infinito ao coração, falam que é esse o caminho do amor,
(...)
e ontem eu me deitei com uma bela jovem, depois de uma xícara de café
e debaixo dela, sua sombra fez sobre mim,
foi quando a chuva cessou e no jardim que estávamos
lindas flores de primaveras cantavam com as aves
sou filho da música
porque as oliveiras estão em flor
é Setembro,
de noite
no meu leito,
.
(...)
e ontem eu me deitei com uma bela jovem, depois de uma xícara de café
e debaixo dela, sua sombra fez sobre mim,
foi quando a chuva cessou e no jardim que estávamos
lindas flores de primaveras cantavam com as aves
chegou Setembro,
o meu Setembrosou filho da música
porque as oliveiras estão em flor
é Setembro,
de noite
no meu leito,
.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
de que razão eu precisaria,
Pushkin, Dostoievski, Gogol
P.Neruda, F. Pessoa ou Machado de Assis.
Não ou talvez sim!!!
um amigo me alertou quando me viu com aquela hippie
e suprimido de cegueira já tinha perdido a visão
e assim eu conheci o infinito
com toda tonalidade do,
azul e do preto
lutei pelo vento
como luto pela democratização da cultura
e de todos os elementos do romantismo,
mas me prenderam, e no fundo de uma cela
eu fugi para dentro do meu coração
segurando no dente 12 dias de prisão
escrevo pra sarar
minha dor,
saúde.
Pushkin, Dostoievski, Gogol
P.Neruda, F. Pessoa ou Machado de Assis.
Não ou talvez sim!!!
um amigo me alertou quando me viu com aquela hippie
e suprimido de cegueira já tinha perdido a visão
e assim eu conheci o infinito
com toda tonalidade do,
azul e do preto
lutei pelo vento
como luto pela democratização da cultura
e de todos os elementos do romantismo,
mas me prenderam, e no fundo de uma cela
eu fugi para dentro do meu coração
segurando no dente 12 dias de prisão
escrevo pra sarar
minha dor,
saúde.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
O vôo de uma borboleta.
enquanto os homens brincavam com os gatos
meus pássaros voavam mais alto,
e eu só pensava em você
quantas saudades eu senti dentro de mim,
primeiro de uma borboleta, depois de uma tampa,
no limite da minha dor.
..
aquele era eu,
que trazia no ventre,
o caminho que vinha do céu
anunciando o começo do fim.
.
meus pássaros voavam mais alto,
e eu só pensava em você
quantas saudades eu senti dentro de mim,
primeiro de uma borboleta, depois de uma tampa,
no limite da minha dor.
..
aquele era eu,
que trazia no ventre,
o caminho que vinha do céu
anunciando o começo do fim.
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