quinta-feira, 25 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
ao nascer lindas borboletas com hálito de café,
na praça castro Alves, acordávamos cheios de remelas,
ah! aquelas remelas..
Nas mãos a esperança de nunca ter linhas brancas
sorrindo enfrente a janela antiga do quarto verde
com o ferro marrom da estação do trem azul-
enganando os metais, de um átomo inútil
implacável na frieza, dissimulando alegria
comendo frutas secas num capricho de casal
nas caminhada incessantes pela cidade ia na delicadeza do seus passos
por entre jardins e parques, encostados a sombra gelada
que fazia sua alma
...
havia eu, um amor, uma neurose e toda tonalidade do azul.
na praça castro Alves, acordávamos cheios de remelas,
ah! aquelas remelas..
Nas mãos a esperança de nunca ter linhas brancas
sorrindo enfrente a janela antiga do quarto verde
com o ferro marrom da estação do trem azul-
enganando os metais, de um átomo inútil
implacável na frieza, dissimulando alegria
comendo frutas secas num capricho de casal
nas caminhada incessantes pela cidade ia na delicadeza do seus passos
por entre jardins e parques, encostados a sombra gelada
que fazia sua alma
...
havia eu, um amor, uma neurose e toda tonalidade do azul.
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